PARQUES EÓLICOS

 Em uma torre eólica, o vento gira uma hélice conectada ao aerogerador, que produz eletricidade. Quando temos vários mecanismos como esse, ligados a uma central de transmissão de energia, temos um parque eólico. Instalar uma usina, no entanto, é um processo que requer a contratação de pesquisadores e engenheiros nas áreas: civil, elétrica, mecânica, ambiental, entre outros. A etapa que inicia a implantação de uma usina eólica é a definição da área de instalação e análise o potencial eólico nesse local. Uma vez estabelecido o local de instalação, é feita a medição dos ventos por um período de, aproximadamente, um ano. Assim, é possível estabelecer uma velocidade média anual para a geração de energia elétrica. Além da velocidade dos ventos, é importante que eles sejam regulares, não sofram turbulências e nem estejam sujeitos a fenômenos climáticos como tufões. As condições tipográficas e de vegetação também são avaliadas nessa fase do projeto, a fim de garantir a viabilidade do parque. Com o potencial e área definidos, o próximo passo é a elaboração do projeto de Micrositing. Nele, devem constar o layout da usina, tipo de máquina, fabricante, altura das torres, potência, previsão de geração anual de energia e a capacidade máxima de produção. Nessa fase, também são realizados estudos do solo e infraestrutura para o abastecimento da energia, no que diz respeito à distância até a subestação mais próxima e ao plano logístico para a distribuição da eletricidade gerada. O projeto também deve incluir um estudo ambiental e socioeconômico, de maneira que a usina ofereça o menor impacto possível à região. Além disso, a área deve estar regularizada e com as respectivas licenças ambientais em dia. A definição do aerogerador é feita após a finalização do Micrositing, já que a quantidade de energia produzida por uma turbina varia de acordo com o tamanho das suas hélices e, obviamente, com o regime de ventos da região.

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